Amor Mundi
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<p>A <strong>Revista Amor Mundi</strong> é um periódico quadrienal da Editora Metrics, classificada com <strong>Qualis C</strong> na última avalição quadrimestral do Qualis CAPES (2017-2020). Tem como missão oportunizar publicações e socialização do conhecimento nos diferentes campos do saber. Busca publicar produções em forma de artigos científicos de pesquisadores, preferencialmente vinculados à Programas de Pós-Graduação, com aportes teóricos ligados a diferentes campos do conhecimento que permeiam o meio acadêmico nacional e internacional.</p>Editora Metricspt-BRAmor Mundi2675-9152FATORES QUE INFLUENCIAM O DESEMPENHO EM MATEMÁTICA NO ENEM: CONTRIBUIÇÕES PARA O DEBATE EDUCACIONAL
https://journal.editorametrics.com.br/index.php/amormundi/article/view/36
<p>O desempenho dos estudantes em Matemática no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) tem se tornado um tema central nas discussões sobre qualidade e equidade da educação básica no Brasil. A prova, responsável por ampliar o acesso ao ensino superior, exige competências que ultrapassam a memorização de procedimentos e envolvem interpretação, pensamento lógico, domínio conceitual e capacidade de aplicar conhecimentos em diferentes contextos. Esse cenário revela um problema mais amplo: o rendimento matemático não depende apenas das habilidades individuais dos alunos, mas está profundamente relacionado às desigualdades sociais, às condições de escolarização e às práticas pedagógicas vivenciadas ao longo da trajetória escolar. Este artigo tem como objetivo analisar os fatores que influenciam o desempenho em Matemática no ENEM, articulando dimensões sociais, cognitivas, emocionais e pedagógicas que moldam as experiências dos estudantes. A análise, de natureza teórica, integra reflexões sobre desigualdades educacionais, aspectos afetivos que interferem na aprendizagem matemática e o papel da formação docente na construção de práticas que favoreçam a interpretação crítica e a resolução de problemas. Os resultados evidenciam que lacunas acumuladas ao longo da escolaridade, inseguranças emocionais e condições institucionais precárias afetam diretamente a preparação para o exame, ampliando diferenças de desempenho entre grupos sociais. Conclui-se que o enfrentamento desses desafios exige políticas públicas consistentes, ambientes escolares acolhedores, práticas pedagógicas investigativas e processos formativos que valorizem a autonomia e a confiança dos estudantes. O estudo contribui para compreender a complexidade do fenômeno e reforça a necessidade de ações integradas para promover equidade na aprendizagem matemática.</p> <p> </p>Teófilo Cruvinel dos Santos JúniorRoberto Ramos Estevão
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2026-02-202026-02-207132010.46550/am.v7i1.36PRÁTICAS PEDAGÓGICAS, FORMAÇÃO DOCENTE E ANSIEDADE MATEMÁTICA: DESAFIOS PARA A APRENDIZAGEM E O DESEMPENHO NO ENEM
https://journal.editorametrics.com.br/index.php/amormundi/article/view/35
<p>Este artigo analisa as relações entre práticas pedagógicas, formação docente e ansiedade matemática, destacando seus efeitos sobre o desempenho dos estudantes na prova de Matemática do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Considerando que o exame se consolidou como uma das principais vias de acesso ao ensino superior, compreender os fatores que influenciam o rendimento dos alunos torna-se fundamental para avaliar a qualidade e a equidade da educação básica. Partindo de revisão bibliográfica, o estudo discute como metodologias de ensino centradas na transmissão mecânica e na repetição de exercícios limitam a construção de raciocínios mais complexos, dificultando a aprendizagem significativa. Analisa também o papel da formação docente, ressaltando que práticas pedagógicas inovadoras dependem de processos formativos consistentes, tempo para planejamento e condições institucionais adequadas. Ao mesmo tempo, o artigo examina a ansiedade matemática como fenômeno emocional que afeta a autoconfiança, a capacidade de concentração e a persistência diante de questões desafiadoras, impactando de forma direta o desempenho no ENEM. Argumenta-se que práticas avaliativas punitivas, ambientes escolares pouco acolhedores e trajetórias marcadas por experiências negativas potencializam esse quadro. Os resultados apontam para a necessidade de uma abordagem integrada, que considere simultaneamente dimensões cognitivas, pedagógicas e socioemocionais. Conclui-se que a melhoria do desempenho em Matemática requer políticas públicas voltadas à formação docente contínua, metodologias de ensino diversificadas e ações que promovam ambientes emocionalmente seguros. O estudo contribui para o debate sobre justiça educacional e evidencia caminhos para a construção de práticas mais equitativas e humanizadas no ensino da Matemática.</p>Roberto Ramos EstevãoTeófilo Cruvinel dos Santos Júnior
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2026-02-202026-02-2071213710.46550/am.v7i1.35